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 Detalhe dos componentes adaptados de um ambiênte.
Título do assunto: Adequação de Ambientes


   
Adaptar os ambientes utilizados
, como as residências , os locais de trabalho, os hospitais, clinicas e consultórios, o comércio, as áreas de lazer e os outros locais visitados regularmente, significa permitir ,alem do direito de ir e vir e da garantia de igualdade, uma concepção moderna de abordar o tema deficiência, que é a tendência atual.

   A adaptação correta dos ambientes internos e dos espaços mínimos necessários utilizados nas edificações ,bem como , a reforma e adaptação dos móveis e equipamentos mais utilizados pelo usuário, adquirindo ao máximo a sua independência é definida como condição ideal padrão, recomendada pela norma .

   A adequação dos ambientes nos locais definidos como equipamento urbano, e neles se incluem os bens públicos e privados de utilidade publica, que são os clubes, as escolas, hospitais, ginásios, praças, parques, estacionamentos, calçadas, etc. , deve atender as diferentes formas de deficiência (ambulatória, visual ou auditiva), permanentes ou temporárias.

   Os ambientes devem ser adequados a abrangência da deficiência ambulatória ,que pode ser total ,com o uso de cadeira de rodas ,ou parcial, pessoas com dificuldade de locomoção ,com uso ou não de próteses e aparelhos ortopédicos, permanentes ou temporários, como gestantes, idosos e outros.

   Em nosso conceito , simples e objetivo, definimos o ambiente mais adequado e apropriado como sendo "aquele que proporciona ao mesmo tempo um espaço, com um mínimo de liberdade e privacidade."

TEXTO EXTRAÍDO DA HOME PAGE DA Deca , FABRICANTE DE ACESSÓRIOS PARA BANHEIROS E METAIS SANITÁRIOS

   INTRODUÇÃO
   Nos últimos anos, tem-se notado uma preocupação progressiva com as questões de acessibilidade de pessoas idosas e de portadores de deficiência física aos espaços, sejam eles de uso público ou não. Esta mudança de atitude se deve, em parte a uma mudança de mentalidade, já que, a partir da década de 80, a pessoa portadora de deficiência física passa a ser vista sob a ótica da capacidade e não mais sob a ótica da deficiência. A partir daí, passa-se a ter também a consciência de que esta fatia da sociedade constitui, não mais uma minoria, mas sim um percentual considerável: 10% da população, o que significa um número de 16 milhões de pessoas no caso do Brasil.


   Diante deste panorama, embora a Constituição Federal atual seja norteada pelo princípio de que o direito de livre acesso ao meio físico e de livre locomoção é parte indissociável dos Direitos Humanos, falta a visão de obrigatoriedade, bem como uma ligação entre a Lei e os já existentes parâmetros estabelecidos pelas normas técnicas de acessibilidade da NBR 9050/1994, feita pela ABNT.


   No ano de 1998, foi enviado para apreciação o Projeto de Lei PL-4767/98, que dispõe especificamente sobre a acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida e visa o estabelecimento de normas gerais e critérios básicos para promoção da acessibilidade ao meio físico como um todo. No artigo 6º., este projeto de Lei trata especificamente sobre a acessibilidade aos banheiros e diz: "Os banheiros de uso público existentes ou a construir em parques, praças, jardins e espaços livres públicos deverão ser acessíveis e dispor, pelo menos, de um sanitário e um lavatório que atendam às especificações da NBR 9050 da ABNT."


   Desta forma, a seguir estão dispostos os padrões e critérios ditados pela NBR 9050/94, que visam proporcionar às pessoas portadoras de deficiência física e àquelas com capacidade ambulatória reduzida, condições adequadas e seguras de acessibilidade autônoma aos banheiros, que são tidos como área de alto risco de acidentes para todas as pessoas.

   ACESSIBILIDADE DE AMBIENTES
   O maior problema dessas pessoas é ter condições de acesso aos espaços.
   Os deficientes físicos podem ter dois níveis de deficiência:
a) deficiência ambulatória total - indivíduos dependentes momentânea ou permanentemente de cadeira de rodas.
b) deficiência ambulatória parcial - indivíduos que se locomovem com dificuldade ou insegurança, usando ou não aparelhos.

   Ao projetar os espaços, devemos pensar nas condições de acessibilidade para estes usuários, sendo mais específicos os problemas de acessibilidade e utilização de equipamentos no caso dos usuários de cadeiras de rodas. Ao executar ou adaptar um projeto, devem ser levadas em conta as condições antropométricas específicas destes usuários, já que a cadeira de rodas impõe limites à ação e alcance manual e visual de seus usuários. alcance visual em cadeiras de rodas Alcance dos objetos - padrões antropométricos para atividades que não exigem coordenação motora fina.

   PORTAS E CORREDORES
   Segundo a NBR 9050, as edificações devem ter previsto um mínimo de um acesso às pessoas portadoras de deficiências. Esta área deve ser vinculada à entrada principal e às saídas de emergência, quando estas existirem. As portas devem ter um mínimo de 0,80 m de vão livre, sendo que em caso de portas com mais de uma folha, ao menos uma delas deve atender a este vão livre mínimo.

   As portas devem ser de fácil abertura e as maçanetas devem ser do tipo alavanca.    As portas dos sanitários devem ter barra horizontal acoplada, de forma a facilitar seu fechamento.

   Deve existir uma área resistente ao impacto eventualmente provocado por bengalas e cadeiras de roda. Esta área deve ter uma altura mínima de 0,40 m na base da folha da porta.

   Portas situadas em áreas confinadas, tais como banheiros, devem ter uma área livre para aproximação de 0,60 m.

   Área de acesso e circulação: Para rotação sem deslocamento, devem ser previstas as seguintes áreas:
a)
1,20 X 1,20, para rotações de 90º;
b) 1,20 X 1,50, para rotações de 180º;
c) 1,50 X 1,50, para rotações de 360 º.

   ÁREA DE TRANSFERÊNCIA E APROXIMAÇÃO
   A área de transferência é aquela que torna possível a transposição da cadeira de roda para a peça a ser utilizada.

   A área de aproximação oferece o espaço livre para o uso da peça, sem que exista a transposição.

   Tais áreas devem ter um mínimo de 1,10 X 0,80 m e permitir a utilização das peças, podendo estar dispostas frontal ou lateralmente à peça dependendo de a qual delas deve servir.

   A Deca TEM LINHA DE ACESSÓRIOS PARA PESSOAS COM PROBLEMAS DE LOCOMOÇÃO
   A Deca, preocupada com o dia-a-dia dos deficientes físicos, idosos e pessoas com alguma dificuldade de locomoção tem em sua linha de produtos uma especialmente desenvolvida para facilitar a locomoção em banheiros públicos e residenciais: a Linha Conforto.

   Desenvolvidos com altíssima tecnologia, o que garante total segurança aos seus usuários, os acessórios que integram a Linha Conforto Deca contam com assentos (removível, articulado e com abertura frontal); barras ( de apoio, de apoio em L, articulada e articulada com papeleira), além de lavatórios.

   O mais recente lançamento da Linha Conforto é uma bacia com altura maior e abertura frontal para higiene pessoal para atender, principalmente, as pessoas que possuem dificuldades nas articulações. Além de disponibilizar estes produtos, a Deca também conta com um manual com orientações para a execução de banheiros para pessoas com alguma dificuldade de locomoção, pois é fundamental que se pense ao projetar estes espaços nas condições de acessibilidade destes usuários.

   Maiores informações sobre a Linha Conforto Deca podem ser obtidas através do telefones 11. 280-2744 ou pelo fax 11. 280-2810.

Texto extraido da home page da Associação dos Paraplégicos de Uberlândia - MG

   Cadeira de rodas: Altura - 95cm Largura - 70cm Comprimento - 110cm Obs. Estas dimensões são usuais, podem variar de acordo com o tamanho do usuário, quando feito sob medida.

   Porta, Maçaneta alavanca - 90cm de altura Barra horizontal - 90cm de altura Base porta material anti-impacto - 40cm de altura Vão da porta - 80cm (mínimo)

   Corredor - 120cm Espelho (inclinação) - 10° grau Lavatório - 80cm de altura

   Torneira alavanca/Saboneteira - 100cm de altura Toalheiro - 100cm de altura Válvula - 100cm de altura Largura rampa - 120cm de altura; declividade máxima - 12,5% Guia ou meio fio - 15 cm de altura Saliência de 1,5cm no ponto mais baixo rampa (para orientação de pessoa portadora de deficiência visual.) Acionador elevador - 115cm de altura

   Rampas inclinação máxima - 08º grau Balcão - 80 cm de altura Vãos, trilhas e juntas - 1,5cm de altura (devem ter no máximo) Corredor para 02 usuários de cadeira de rodas - 150cm Espaço de circulação deve ser de no mínimo 80cm Porta 80cm, com área de rotação com deslocamento de 150x180cm Rampa da calçada muito próxima da escada, não permite passagem: espaço inferior a 80cm

   Mictórios devem estar localizados a 46cm do piso, ter duas barras de apoio fixas na vertical, com afastamento de 80cm entre barras, a 70cm do piso, medindo 80cm de comprimento Barra de apoio - altura máxima 76cm. Comprimento barra - 90cm Sanitário de transferência frontal. Porta se abre para fora. Distância entre barras - 80cm, e não tem barra de fundo. Faixa circulação com vegetação - espaçamento mínimo - 120cm Giro de 360º graus - espaço mínimo 150 cm Balcão com 80 cm de altura e vão para aproximação da cadeira Mesa do refeitório sem cadeira para aproximação de usuário de cadeira de rodas

   Telefone acessível: deve-se garantir no mínimo 5% do total de telefones instalados

   Espaço para cadeira de rodas em filas intermediárias, 150x90cm Bacias e bicas de bebedouros devem estar a 80cm de altura. Torneira com alavanca Espelho inclinado a 10º, borda inferior a 110cm, Sanitário de transf. lateral, barras de apoio: altura 66cm, 24 cm de dist. da borda da bacia, comp. de 90cm Banco - 46 cm de profundidade e 46 cm de altura, ducha manual direcionável Armário: altura - 120cm a 30cm do piso.

   Na piscina: Banco de transferência: parte externa - 50cm de altura, parte interna "água" - 46cm de profundidade.

REFERÊNCIAS

   NBR 9050 Acessibilidade de Pessoas Portadores de Deficiência a Edificações, Espaço, Mobiliário e Equipamentos Urbanos.
   NBR 14022 Transporte - Acessibilidade à pessoa portadora de deficiência em ônibus e trólebus, para atendimento urbano e intermunicipal Associação Brasileira de Normas.
   Técnicas Fórum Nacional de Normalização Fonte : Manual de Acessibilidade Como fazer certo e fácil - Associação dos Paraplégicos de Uberlândia-MG

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