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Acessibilidade.... ..Adequaçãode Ambientes
Barreiras ArquitetônicasProjetos e Serviços
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Estacionamento irregular do Centro de Fisioterapia da UDSC.

Título do assunto: Barreiras Arquitetônicas

  
     Entre os diversos tipos de barreiras existentes, de comunicação, discriminatórias, invisíveis, etc, estão as arquitetônicas , e em algumas situações estas barreiras podem ser involuntárias , mas em outros casos , podem surgir ou serem provocadas pelo descaso, inobservância ou total desobediência às leis vigentes.

   Não raro, as principais barreiras arquitetônicas geradas nos dias de hoje nos edifícios da iniciativa privada, são provocadas pelo que chamamos de especulação imobiliária, sempre com a anuência de mecanismos de escape junto aos planos diretores das prefeituras municipais ou mesmo pela ausência dos mesmos.

   As principais barreiras arquitetônicas ambientais ,naturais ou resultantes de implantações arquitetônicas e urbanísticas , impedem a acessibilidade , quando o mais econômico era combatê-las, evitando que esses projetos fossem aprovados e construídos desta maneira, sem obedecer a critérios ou exigências mínimas das leis e normas.

   Se não fosse a dedicação de alguns , seria desanimadora a velocidade com que umas poucas barreiras são derrubadas , enquanto uma centena delas é erguida, fruto de projetos desenvolvidos com as dependências em suas dimensões mínimas, visando atender exclusivamente a uma demanda no mercado, e poucas vezes desenvolvido para o bem estar dos ocupantes.

   As barreiras involuntárias (chamamos assim porque tradicionalmente representam um vício de planejamento dos projetos), geralmente são aquelas que podemos eliminar com mais facilidade , porque só dependem da decisão e da capacidade financeira do proprietário e entre elas estão as áreas das residências e as dependências internas dos apartamentos.

   Nas residências, pode-se modificar livremente as áreas internas e externas, conforme a necessidade, mas no caso dos apartamentos nem todas as áreas privativas são internas ,como as garagens ,os terraços e as sacadas por exemplo, e nestes casos, para modificá-las, é preciso a prévia autorização do condomínio.

   Na prática ,tudo isso significa: edifícios com garagens em desnível ou no subsolo, sem acesso por elevador, edificações com um único acesso em desnível, pavimentos em desnível com um único elevador, ausência de rampas de acesso , vagas de garagens ou de estacionamento inadequadas ou com acesso inadequado ,banheiros, cozinhas e corredores muito estreitos, e algumas áreas de uso comum totalmente inacessíveis.

   Em edifícios públicos, a situação torna-se ainda mais grave ,e além das possibilidades acima, acrescentamos as barreiras mais freqüentes e comuns, como banheiros sem qualquer possibilidade de acessso ,sendo alguns com portas internas muito estreitas ,e outros sem a mínima privacidade, ou até mesmo a ausência de banheiros para uso do público.

   Nas áreas publicas nos deparamos com as travessias sem sinalização, com as guias de meio-fios sem rebaixo, com as ruas, avenidas e calçadas com pavimentação irregular, e até com alguns casos sem a possibilidade de se tornarem um caminho ,que possa um dia ser utilizado como rota segura para acesso.

   Estudos e projetos modernos de engenharia e arquitetura , propõe encontrar e analisar as soluções mais viáveis e econômicas, para eliminar as possíveis barreiras, sobretudo oferecendo opções e possibilidades reais para acessos, e em muitos casos, a solução tem uma perfeita relação entre custo e benefício.

   Uma solução bastante simples , mas de fundamental importância, porque dela muitos se beneficiam, que deve ser utilizada nos edifícios e condomínios é regulagem periódica do exato nível de parada , na chegada dos elevadores, evitando-se aqueles desagradáveis degraus na hora da saída.

   Os elevadores dos edifícios residenciais, dotados de portas de abrir para fora com mecanismos de fechamento automático, por vezes se tornam grandes obstáculos ,devido à elevada força necessária para a sua abertura, principalmente na ação de puxar e neste caso também, é preciso uma regulagem adequada .

Texto extraído da home page : Acessibilidade comum um ambiente para todos

"Aprender a lidar com as limitações impostas por séculos de barreiras arquitetônicas, que endurecem a percepção de projetistas e os levam a desperdiçar na Arquitetura sua vocação como veículo de integração social, e as possibilidades de ocupação democrática dos espaços construídos para todos indivíduos, independente de suas características físicas, sensoriais e mentais."

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